BAHIA, GERAL

Estudante da Bahia cria jogo digital sobre o Coronavírus

O Centro Juvenil de Ciências e Cultura (CJCC) de Salvador, com sede no Colégio Central da Bahia, no bairro de Nazaré, está desenvolvendo uma série de atividades remotas com os estudantes e uma delas é a Oficina de Biotecnologia, chamada Biotec. Nesse curso prático do CJCC, o estudante Anderson Conceição, 17, criou pela plataforma Scratch (destinada à criação de jogos digitais) o Coronagame, um jogo sobre o novo Coronavírus. Didático e divertido, o entretenimento dissemina o conhecimento e os participantes “aprendem brincando” sobre o tema. Nesta sexta-feira (26), às 15h, o estudante fará uma live para apresentar o jogo.

Trata-se de um jogo de perguntas e respostas, dividido em três fases e, a cada pergunta respondida corretamente, o jogador vai fortalecendo seu sistema imunológico contra a COVID-19. Quando ele erra, recebe avisos de que corre risco de ser contaminado.

>> Clique aqui para acessar o jogo

O estudante Anderson Conceição, 17, 3º ano do Colégio Estadual da Bahia, falou sobre o objetivo e a importância do jogo que idealizou. “Quando o Coronavírus chegou à Bahia, aumentou a necessidade de desenvolver uma ferramenta lúdica e pedagógica para que os estudantes, familiares e a sociedade em geral adquirissem conhecimento sobre o assunto e, assim, pudessem adotar todas as medidas preventivas necessárias. Eu me sinto muito agradecido por ter desenvolvido o meu segundo projeto no CJCC com a orientação da professora Aidil, que mesmo à distância, por causa do isolamento social, me orientou da melhor forma possível”, revela 

A professora do Núcleo de Ciências da Natureza do CJCC Salvador e orientadora da oficina Biotec, Aidil Garcez, conta que ao terem sido surpreendidos no início do ano letivo com a pandemia do Coronavírus no Brasil, ela e seus alunos começaram a dialogar sobre o tema. “Fizemos uma ação informativa no CJCC, ainda presencial, e, logo após essa atividade, Anderson teve a ideia de construir um jogo digital com esta temática. Então, começamos a discutir como seria a estrutura do jogo, mas, em seguida, veio a suspensão das aulas e, com ela, o desafio de desenvolver o projeto remotamente. Por mais que as novas tecnologias estejam inseridas nas nossas práticas pedagógicas, nunca tinha orientado um projeto à distância. Mas a ideia era boa que não queríamos abandoná-la. Para desenvolvermos o jogo, a tecnologia foi imprescindível para o processo de construção e orientação”, contou a educadora.

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