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Educação do Amazonas firma parceria com empresa de telefonia móvel e oferece formação

Os professores, pedagogos, gestores e coordenadores da Secretaria de Estado de Educação e Desporto podem se inscrever nos cursos onlines na plataforma Escolas Conectadas, até o dia 7 de julho. A formação é resultado de uma parceria da secretaria com a Fundação Telefônica Vivo. 

Os cursos abordam conteúdos que apoiam os educadores no desenvolvimento de suas carreiras e na aprendizagem dos estudantes. A formação é online, de duração que varia de 25 a 50 horas, totalmente gratuita e certificada por instituições de ensino superior reconhecidas pelo Ministério da Educação (MEC).

Os interessados podem fazer a inscrição no link: https://bit.ly/amazonas-2020-2ed até o dia 7 de julho. Cada inscrito poderá escolher um curso, que começa no dia 20 de julho, às 12h, no horário de Brasília.  Após a inscrição, o educador receberá, em até cinco dias, um e-mail com login e senha para acessar a plataforma. 

A gerente de formação do Centro de Formação Profissional Padre José Anchieta (Cepan), Adriana Moreno, diz que é uma ótima oportunidade para agregar conhecimento. 

“Os cursos trazem referências e conteúdos que instrumentalizam os educadores e subsidiam um trabalho pedagógico  em consonância com as expectativas de aprendizagem para o Século 21”, afirma Moreno. 

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Convênio entre Secretaria de Educação e Universidade Federal do Amazonas forma primeira mestre

Nesta terça-feira (30/06), a Secretaria de Estado de Educação e Desporto vai ganhar a primeira mestre em Educação na linha de Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional, formada por meio do convênio 001/2018, que foi firmado entre a secretaria e a Universidade Federal do Amazonas (Ufam). Gracimeire Torres vai defender, às 14h, sua dissertação, cujo tema é “A política de permanência no processo de democratização do ensino médio em Manaus”. 

 Torres, que há 27 anos atua como pedagoga e professora na Secretaria de Educação, diz que a experiência foi prazerosa. “Foi um processo muito bom, de grandes aprendizagens, que vem para fortalecer nossa prática profissional, no sentido de uma prática mais fundamentada no âmbito da política pública, para que a gente tenha uma atuação mais consciente nos nossos processos de práticas no contexto amazônico”, diz a, até então, mestranda. 

 A professora e pedagoga disse que está ansiosa para a defesa, mas feliz por ter realizado a pesquisa e defender, de forma pioneira, a dissertação pelo convênio justo no dia em que a Faculdade de Educação (Faced) comemora os 50 anos de criação, o que virou parte da programação de comemoração.  “A emoção se duplica”, afirma. 

 Torres conta que toda a vida acadêmica foi na rede pública de ensino e diz que os colegas devem aproveitar as oportunidades que surgirem. A defesa da dissertação será virtual, via aplicativo de reunião. A medida foi adotada em virtude da pandemia do novo coronavírus (Covid-19). Quem quiser acompanhar, pode solicitar acesso pelo link: meet.google.com/dxr-thjp-zsm.

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Amazonas terá como base diretrizes do Consed para elaborar protocolos de Segurança e Saúde

Ainda sem data definida para o retorno às aulas presenciais da rede estadual, a Secretaria de Estado de Educação e Desporto começa, aos poucos, a elaborar seus protocolos de Segurança e Saúde com medidas que deverão ser adotadas por toda a comunidade escolar quando for anunciada a volta às atividades presenciais.

Para a criação desses documentos, que serão amplamente divulgados quando finalizados, a secretaria tomará como base as diretrizes elaboradas pelo Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), anunciadas nesta semana. A ideia é que a pasta trabalhe em consonância com o órgão de Educação para elaborar os seus próprios protocolos, fazendo os devidos ajustes à realidade da rede estadual de ensino.

No documento oficial, o Consed lista uma série de cuidados e orientações que devem ser seguidos pelas secretarias de Educação do País. O plano foi elaborado a partir da experiência de outros países que já retornaram às aulas presenciais e teve como base, ainda, propostas de protocolos criadas por estados que já se adiantaram nesse quesito.

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‘Merenda em Casa’ ultrapassa a marca dos 100 mil kits entregues no interior do Amazonas

Aproximadamente 102 mil kits do programa “Merenda em Casa” já foram entregues em 38 municípios do Amazonas, até esta sexta-feira (19/06). Ao todo, somente no interior, o benefício do Governo do Amazonas deverá atender cerca de 224 mil estudantes da rede estadual de ensino.

Até o momento, os municípios contemplados pelo programa do Governo do Amazonas são Alvarães, Amaturá, Anamã, Anori, Apuí, Atalaia do Norte, Barcelos, Barreirinha, Benjamin Constant, Boca do Acre, Borba, Caapiranga, Canutama, Coari, Codajás, Humaitá, Iranduba, Itacoatiara, Itapiranga, Jutaí, Lábrea, Manacapuru, Manicoré, Nhamundá, Novo Airão, Novo Aripuanã, Parintins, Presidente Figueiredo, Rio Preto da Eva, Santo Antônio do Içá, São Gabriel da Cachoeira, São Sebastião do Uatumã, Silves, Tefé, Tonantins, Uarini, Urucará e Urucurituba. Os 23 municípios restantes começarão a ser atendidos nos próximos dias.

Diferentemente da capital, que contou com um sistema de delivery, no interior, o benefício segue sendo retirado na própria escola em que o aluno está matriculado, mediante cronograma pré-estipulado pela Coordenadoria Regional de Educação (CRE) do município.

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Comunidades ribeirinhas de Manaus recebem kits do ‘Merenda em Casa’

Passava das 15h quando o barco alugado pela Secretaria de Estado de Educação e Desporto fez sua primeira parada na comunidade Igarapé da Floresta, na quinta-feira (04/06), no bairro Puraquequara, zona rural de Manaus, para deixar o kit do “Merenda em Casa” ao estudante Pablo Ribeiro, de 11 anos. Ao ver o barco se aproximando, o menino deu mais de um salto no rio e, em seguida, foi chamar a mãe, Cláudia Bandeira, para receber os insumos.

 “Não falta nada aqui em casa, mas é muito legal receber esse kit. É uma ajuda muito boa”, afirmou o garoto, enquanto conferia o que continha no kit.

 Pablo é um dos 70 alunos da Escola de Estadual de Tempo Integral (Eeti) Irmã Gabrielle Cogels que receberam o benefício do “Merenda em Casa” por embarcação. Ele e os colegas estão espalhados nas comunidades Santa Luzia, Boa Vista, Jatuarana, Menino Jesus e Igarapé da Floresta. No total, a escola, que recentemente completou dez anos, tem 500 alunos matriculados e com direito ao kit.

A 15 minutos da primeira parada, a equipe da Secretaria de Educação chegou à casa de Gustavo Henrique, também de 11 anos. Lá, ele e outros nove vizinhos alunos da rede pública aguardavam a entrega do benefício. “Gosto de comer feijão, arroz, macarrão e carne. Achei esse kit muito legal, minha mãe que cozinha e ela economiza bem. Acho que isso aqui dá alimentar nossa família por uma semana inteira”, avaliou o menino.

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Professor lança livro sobre a Amazônia

Uma expedição alemã pela Amazônia no século 19 foi a inspiração do historiador e professor da Secretaria de Estado de Educação e Desporto, Marcos Paulo Araújo, para o livro “A epopeia do Xingu”, lançado pela editora Dialética. “É uma análise sobre como os alemães e um brasileiro relataram uma viagem que durou cerca de seis meses”, adianta.

Araújo, que é carioca de origem e mora em Manaus desde 2012, diz que sempre gostou de estudar a região amazônica e, ao ingressar no mestrado de História Social, na Universidade Federal do Amazonas (Ufam), apresentou a ideia de analisar uma expedição realizada por três alemães, liderados por um médico e com a ajuda de um militar brasileiro. Atualmente, ele é professor de História na Escola Estadual Brigadeiro João Camarão Telles Ribeiro.

O educador conta que a intenção foi fazer uma releitura das visões antagônicas do líder da expedição, o médico Karl von den Steinen, e do militar que o acompanhou, Francisco de Paula Castro. O médico publicou, na Alemanha, um livro sobre a viagem, no qual contou a experiência e falou sobre suas impressões. A obra já era conhecida, a novidade, no entanto, veio quando Araújo descobriu que o militar brasileiro também escrevera sobre a expedição. Foi desses dois trabalhos que o professor teve a ideia para a sua dissertação, resultando no livro.

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Professora do Amazonas conta experiência de aulas mediadas por tecnologia

A professora mestre em Ciências da Educação Darlinda Monteiro, que integra o corpo docente do Centro de Mídias de Educação do Amazonas (Cemeam), contou sobre sua experiência de aulas mediadas por tecnologia em uma live com a professora doutora Monique Angelo, do Grupo de Pesquisa em Ensino e Extensão em Química da Universidade Federal de Alagoas (Ufal), nesta quarta-feira (03/05). A amazonense falou sobre os desafios de levar o ensino a áreas remotas do estado e como a expertise do Cemeam foi importante neste período de pandemia. 

Darlinda, que leciona Química, contou que hoje revê as aulas e pensa em pontos a serem melhorados, em linguagens e exemplos diferentes, mas isso veio com o passar dos anos, quando ganhou mais confiança em aparecer diante das câmeras. Ela se disse orgulhosa de participar de um programa que dá oportunidades para as pessoas estudarem e concluírem o ensino médio.

“Quando recebi o convite, nós atendíamos alunos do ensino médio em 340 comunidades. Agora, são 43 mil alunos do ensino fundamental, médio e de Jovens e Adultos (EJA). A gente chega a lugares muito distantes do Amazonas, locais que, antes do ensino mediado, os alunos precisavam sair de casa duas horas antes da aula, pegar barcos e outros meios de transporte e agora, eles podem estudar perto de casa, com professores preparados para ensiná-los”, reflete a profissional.

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Estudantes e gestor da rede estadual do Amazonas terão textos publicados em antologia carioca

Estudantes e gestor da rede estadual do AM terão textos publicados em antologia carioca

A inspiração está nas pequenas coisas da vida. Prova disso é que, observando os pássaros sobrevoarem o pátio do Colégio Amazonense Dom Pedro II, a estudante Alexandra de Paula Oliveira, da 3ª série do Ensino Médio, motivou-se a escrever o texto “Por uma peônia”, um dos trabalhos selecionados para compor a antologia “Parem as máquinas”, do Selo Off Flip, de Paraty (RJ). A jovem, ao lado de dois colegas e do gestor da unidade de ensino, são alguns dos amazonenses a emplacarem obras autorais na coletânea, que será lançada no mês de setembro.

O nome de Alexandra aparecerá como colaborador do livro com dois textos. O primeiro deles, citado acima, é a história de uma flor refletindo sobre seu destino. “Ele era, originalmente, uma história curta que escrevi como avaliação de Literatura. Foi durante a época de provas, olhei para os pássaros sobrevoando o pátio da escola e pensei em como eles tinham sorte de estar passando por aquilo. Isso me deu a fagulha inicial e, aos poucos, fui montando o resto do conto, que também foi inspirado pelas crônicas de Astrid Cabral”, afirmou a estudante.

Além de “Por uma peônia”, ela assina “Evolução”, uma espécie de comentário sobre como todas as grandes histórias já haviam sido escritas. “Então, decidi escrever um texto justamente sobre isso”, disparou. A vontade de participar das seleções do Selo Off Flip era algo que a jovem já nutria desde o ano passado, mas que teve de adiar por conta da idade. “Desde então, estive acompanhando o perfil [da Flip] e fiquei sabendo da antologia ‘Parem as máquinas’”, completou.

Junto à estudante, os jovens Alefh da Silva Gama e Eduardo Augusto Hungria Mota Vinhote, ambos da 3ª série do Ensino Médio do Colégio Amazonense Dom Pedro II, também tiveram seus textos selecionados pela editora. Alefh submeteu a crônica “Fases” à chamada pública, enquanto que Eduardo emplacou o conto “Chuva”. “Meu trabalho aborda uma série de momentos pelos quais o protagonista Raul passa. Essas etapas são acompanhadas de várias referências musicais, onde há encaixes perfeitos para cada situação. Logo, tudo pode ser resumido em uma única palavra: ‘fases’”, explicou a Alefh.

De acordo com ele, a inspiração para o texto veio do cantor e compositor Raul Seixas. Fã declarado do artista, o jovem quis homenageá-lo com a crônica. “Procurei mostrar que alguns versos de suas músicas formam uma história completa e única”, finalizou o estudante.

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Educação do Amazonas disponibiliza plataforma virtual para alunos da capital

A Plataforma Educação, ferramenta da Secretaria de Estado de Educação e Desporto para auxiliar alunos da rede pública, agora está disponível para os estudantes de Manaus. No início de maio, ela foi lançada para os discentes e docentes do interior do Amazonas. A plataforma faz parte do projeto “Aula em Casa”, foi desenvolvida pelo Centro de Mídias de Educação do Amazonas (Cemeam) e pode ser acessada pelo link: link https://bit.ly/3fwxS3J.

Com a liberação para os alunos da capital, todas as aulas e exercícios que já foram ao ar podem ser acessados e baixados pelos professores ou estudantes. Além disso, há a aba “Fórum”, na qual os docentes podem responder as perguntas diretamente aos alunos que as fizeram, o que torna o processo mais dinâmico.

A plataforma conta com o VLibras, ferramenta gratuita de acessibilidade que vai traduzindo o conteúdo de acordo com que o aluno vai clicando em cada uma das disciplinas, promovendo acessibilidade para leitura e incluindo, assim, alunos de baixa visão.

Para ter acesso, o estudante ou professor deve usar o número da matrícula do usuário, sem pontos ou traços. Os alunos que não souberem suas matrículas podem conferi-la no Portal Educacional da secretaria pelo endereço https://bit.ly/2YG903u. Somente os estudantes e professores cadastrados no Sistema Integrado de Gestão Educacional do Amazonas (Sigeam) terão acesso.

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Professores do Amazonas criam biblioteca escolar virtual para levar literatura às crianças

Já imaginou um projeto que leva obras literárias às crianças por meio do WhatsApp? Um grupo de professoras da rede estadual, sim. O objetivo do projeto Biblioteca Escolar Virtual é aproximar os alunos do 1º ao 5º ano de livros infantis e infanto-juvenis para desenvolver o interesse pela leitura, além dos livros didáticos. 

 As professoras atuam na área da Coordenadoria Distrital de Educação (CDE) 1, que envolve escolas das zonas sul e centro-sul de Manaus. A coordenadora adjunta do anos iniciais da CDE1, Sandra Regina Vieira, explica que as profissionais se preocuparam em levar leitura aos estudantes para incentivá-los neste período de pandemia e o aplicativo mensagens foi escolhido devido ao grande número de usuários e por ser mais fácil de os pais que não têm redes sociais acompanharem. Os conteúdos serão enviados nos grupos de pais e professores. 

 “Nós sabemos que quanto mais trabalharmos com a leitura, mais incentivamos, mais leitores teremos. Muitos desses alunos têm esse suporte apenas dentro da escola e quanto mais perto ficarmos, melhor será para eles mesmos. Os trabalhos serão divertidos, nada extenso, leituras curtas para prender mesmo e chamar a atenção deles”, diz Vieira. 

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