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Educação do Distrito Federal lança ações, vídeo e cartilha no combate ao trabalho infantil

Na semana do Dia Nacional de Combate ao Trabalho Infantil, 12 de junho, a Secretaria de Educação está lançando um vídeo com o mesmo nome e a cartilha Educar e Proteger: a educação no combate ao trabalho infantil. O objetivo é informar e educar a comunidade escolar sobre o problema, apresentar os canais de busca pelos direitos da infância e dados atualizados sobre a situação no Brasil e no Distrito Federal. Mais de dois milhões de crianças se encontram nesta situação no país. É quase como um DF inteiro de crianças trabalhando para sobreviver e ajudar suas famílias em uma idade que deve ser dedicada aos estudos.

Como parte da programação do Fórum de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil e Proteção do Trabalhador Adolescente do Distrito Federal (Fórum PETI-DF), a Educação também realizou, nesta quarta-feira (10/6) – em apoio à Secretaria de Justiça e Cidadania, oficinas presenciais com jovens socioeducandos do Gama, São Sebastião, Brazlândia e Santa Maria. Nas oficinas foram adotados todos os cuidados prescritos pela área de saúde para este período. O fórum distrital é braço de uma estrutura maior – o Fórum Nacional de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil (FNPETI).

“Como o secretário João Pedro Ferraz já foi membro do Ministério Público do Trabalho, a Educação foi convidada a protagonizar algumas ações com os membros do fórum no combate à erradicação do trabalho adolescente e infantil. A partir deste ano, o fórum distrital apresenta uma nova estrutura, com bem mais expressividade”, destaca Janaína Almeida, assessora especial da SEEDF, membro do Fórum e responsável pela articulação das ações no âmbito da pasta. Ela ressalta ainda que preocupação neste momento é ainda maior, porque a pandemia torna crianças e jovens sem atividades alvos fáceis da exploração.

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GDF já reformou 80 escolas durante a pandemia

Situada na Quadra 8 da Octogonal, a Escola Classe nº 8 é uma das 80 unidades de ensino da rede pública que passaram ou passam por reformas durante o período de pandemia. Segundo a Secretaria de Educação, em três meses o governo investiu R$ 10,2 milhões em obras nas unidades, com pinturas, restauração de redes elétricas e hidráulicas, troca de pisos e reforma de telhados.

Com os alunos em isolamento social, o colégio – que abriga cerca de 330 estudantes em período integral – conseguiu concluir duas obras importantes: trocou todo o forro do teto e ainda revitalizou completamente todo o sistema elétrico. “Era uma obra muito desejada. Já vivenciamos há alguns anos uma pane elétrica que deixou a gente tem a iluminação total da quadra de esporte”, explica a diretora Luciana Araújo.

Além da iluminação da área destinada a prática de esportes, o colégio também ganhou a troca de todas as luminárias e as lâmpadas de mercúrio, foram substituídas por LED. “A iluminação é melhor e também teremos mais economia na conta de energia”, explica a gestora. Entre as obras, aquela comunidade escolar também comemora o novo forro da cantina.

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Ano acadêmico da rede pública do Distrito Federal vai até 28 de janeiro de 2021

O ano letivo na rede pública de ensino deve encerrar em 28 de janeiro de 2021. Conforme já anunciado pela Secretaria de Educação, a retomada, de forma não presencial, ocorrerá em 29 de junho. A reorganização do calendário escolar 2020 já está em consulta pública. Professores, estudantes, pais, responsáveis e demais interessados têm até às 23h59 da próxima sexta-feira, 12 de junho, para enviar suas contribuições por meio do e-mail consultapublicaseedf@edu.se.df.gov.br.

VEJA AQUI O NOVO CALENDÁRIO ESCOLAR DETALHADO

A proposta de calendário foi apresentada nesta segunda-feira (8/6) aos coordenadores regionais de ensino. Nesta terça (9/6), foi entregue ao Sindicato dos Professores do DF (Sinpro). O documento também será encaminhado ao Conselho de Educação do Distrito Federal.

As aulas na rede pública de ensino do Distrito Federal começaram em 10 de fevereiro e foram interrompidas no mês seguinte. Em março, após dois dias de ponto facultativo, o recesso do meio do ano foi antecipado e ocorreu de 16 a 31.

A reorganização está em alinhamento com a determinação do Ministério da Educação (MEC), que autorizou a flexibilização dos 200 dias letivos mínimos previstos em lei, mas mantendo a carga horária mínima anual. Segue, ainda, a Lei nº 5.105/2013 e a Lei n.º 5.106/2013, que garantem os recessos previstos, e o Parecer nº 33/2020, do CEDF, que solicita a participação da comunidade na reorganização das ações pedagógicas e do calendário escolar.

As datas apresentadas compõe o Calendário Escolar 2020. A partir desses parâmetros serão elaborados a organização do calendário anual, semestral (Educação de Jovens e Adultos e Educação Profissional), Centros Interescolares de Línguas e instituições educacionais parceiras.

A proposta de reorganização apresenta ainda todas as datas instituídas por lei e a Semana de Planejamento Pedagógico, entre os semestres letivos, destinada aos profissionais das unidades escolares para ajustes do planejamento das atividades pedagógicas

A retomada das aulas presenciais será decidida pelo governador Ibaneis Rocha, em momento oportuno, quando o risco de propagação da covid-19 estiver afastado.

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Educação do Distrito Federal distribui 140 computadores para a formação dos professores

Os Centros de Referência em Tecnologia Educacional (CRTEs) das 14 Regionais de Ensino vão receber 140 computadores neste mês de junho, para atuarem como multiplicadores na formação dos professores que na volta às aulas, no próximo dia 29/6, vão passar a dar aulas mediadas por tecnologia. A partir desta terça-feira, 9/6, as 50 primeiras máquinas serão entregues às CREs de Ceilândia, Taguatinga, São Sebastião, Planaltina e Gama.

A secretaria já providenciou o pedido de compras para os 90 computadores restantes previstos pelo Plano de Validação das Atividades Pedagógicas não Presenciais. A empresa vencedora da licitação terá 45 dias para a entrega desta segunda leva de máquinas destinadas às demais coordenações. Ao todo, cada regional vai receber dez computadores para atuar na revitalização dos CRTEs. A medida vai melhorar a formação dos professores que vão atuar no ensino mediado.

“Os CRTEs são peças importantes no processo de modernização e digitalização da nossa rede. Promovem rotineiramente treinamentos com professores e, por isso, decidimos abraçá-los nesse processo de modernização. Vamos atuar proativamente no alinhamento das ações desses centros com a estratégia da Secretaria na busca do ajuste perfeito entre a tecnologia e a pedagogia. Nossa primeira ação será reequipá-los”, informa o subsecretário Helber Ricardo Vieira.

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Educação do Distrito Federal firma 17 contratos com agricultores familiares

Nesta terça-feira, 9/6, às 14h, a Secretaria de Educação vai assinar contratos com as 17 associações e cooperativas de agricultores familiares vencedoras do chamamento público realizado em maio deste ano para o fornecimento de gêneros hortifrutis por meio do Programa Alimentação Escolar (PNAE). Serão investidos R$ 20,2 milhões do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) na distribuição de cestas verdes para os estudantes enquanto durar a suspensão das aulas e na compra de frutas e hortaliças para a alimentação escolar depois da volta das aulas presenciais.

“Vamos adaptar o programa à realidade em que estamos vivendo. Vamos oferecer comida de qualidade e balanceada com a orientação de nutricionistas durante a suspensão das aulas e manter a compra de alimentos frescos quando as aulas presenciais forem retomadas. A Secretaria de Educação está buscando os melhores meios para que ninguém fique desassistido”, destaca o secretário da pasta, João Pedro Ferraz. A novidade será a contratação de mais quatro itens além do que já eram ofertados – acelga, hortelã, manjericão e repolho verde. Ao todo, serão adquiridas 34 frutas e hortaliças.

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Critérios de atuação dos profissionais no ensino não presencial já estão publicados

A portaria abrange todos os profissionais da educação lotados e/ou em exercício nas escolas, bibliotecas escolares e bibliotecas escolares-comunitárias da rede pública de ensino do Distrito Federal, unidades parceiras e àqueles que atuam como formadores nos cursos da Subsecretaria de Formação Continuada dos Profissionais da Educação (Eape).

Os gestores, que foram os primeiros protagonistas das atividades não presenciais, seguem em teletrabalho, conforme já vinham fazendo. Milhares de professores também atuaram no período de suspensão, em caráter voluntário, via teleaulas e plataforma, para manter o vínculo entre estudantes e escola.

Nesta sexta-feira (5/6), a subsecretária de Gestão de Pessoas, Kelly Bueno, falará sobre a portaria e esclarecerá eventuais dúvidas em live, no canal do YouTube da Secretaria de Educação, #educadf, a partir das 16 horas.

O cronograma de retorno foi anunciado pelo secretário de Educação, João Pedro Ferraz, em live transmitida nesta quarta-feira (3/6), pelo YouTube. Para os estudantes, a frequência será obrigatória a partir de 29 de junho. Na ocasião, também já haverá pacotes de dados gratuitos para todos os professores e estudantes cadastrados na plataforma Google Sala de Aula. Mais de 14 mil pessoas acompanharam a transmissão.

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Google Sala de Aula abre as portas para o Ensino Fundamental no Distrito Federal

O novo cenário em razão da pandemia da covid-19 mudou a rotina dos estudantes. O acesso diário de crianças e de adolescentes à internet tornou-se um aliado ao aprendizado da rede pública de ensino.  No Distrito Federal, a utilização da plataforma Google Sala de Aula começou pelo Ensino Médio e agora é a vez do Ensino Fundamental poder acessá-la. Os estudantes do 6º ao 9º ano já podem clicar e começar a se habituar à realidade que conecta professores, colegas e toda a comunidade escolar, apesar do distanciamento social.

Tão fácil quanto conectar-se às redes sociais conhecidas pela maioria, para participar do Google Sala de aula e não deixar a pandemia atrasar o conhecimento, cada estudante com e-mail cadastrado na rede já pode ter acesso. Quem não sabe o login e a senha precisa seguir o passo a passo disponível na própria plataforma.

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David Nogueira: “O ensino híbrido é o caminho da educação”

Reinventar a educação e as suas metodologias de ensino transformou-se no grande desafio de educadores e especialistas neste período de pandemia e isolamento social. Na rede pública, buscar caminhos para que alunos dos mais variadas classes e condições sociais sejam assistidos mostra-se um trabalho ainda mais ousada a fim de garantir o cumprimento do calendário escolar e do fechamento do ano letivo após meses de atividades suspensas.

A partir de julho, o Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Secretaria de Educação, inicia o trabalho de acompanhamento dos estudantes com a expansão das teleaulas na TV, plataformas digitais e da distribuição de materiais impressos gratuitos a quem não tem acesso à internet. Os professores voltam às atividades não presenciais em junho, com uma reformulada grade curricular para cumprir o ano letivo de 2020.

A campanha Learning never stops, da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), revela que 165 países foram afetados pela pandemia do novo coronavírus. Com as medidas de prevenção, 1,5 bilhão de crianças e jovens, que correspondem a 87% da população mundial de estudantes na faixa escolar, foram ou ainda estão sendo afetados com a necessidade de suspensão das aulas. No Distrito Federal, as escolas permanecem fechadas desde 11 de março.

O ensino híbrido, que deverá mesclar a presença dos alunos em sala de aula no segundo semestre com o ensino a distância, se desponta como um novo caminho. “E deve ressignificar o protagonismo do estudante durante seu aprendizado”, reforça o assessor especial da Secretaria de Educação David Fernando Nogueira.

Em entrevista à Agência Brasília, ele detalha como será o retorno gradual das atividades, o que está sendo pensado para o acompanhamento de alunos da educação especial, como serão ministradas as aulas pela televisão e como seguir o princípio de igualdade na educação sem deixar de lado o da equidade. “Não adianta eu repartir igualmente para todos, sem ser justo ao avaliar as condições econômicas de cada um deles.”

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Educação do Distrito Federal garante seleção de professores substitutos para 2021

A Secretaria de Educação já tem sinal verde para a realização do processo seletivo simplificado (PSS) de professores substitutos para 2021. A autorização da pasta da Economia foi dada por meio da Portaria n° 201/2020. O processo terá validade de um ano, prorrogável por mais um.

Mais de 40 mil pessoas concorreram no último PSS, promovido em 2018. No ano seguinte, a seleção foi prorrogada para 31 de dezembro de 2020. Daí, a necessidade de se promover um novo processo simplificado. Os professores substitutos vão sendo chamados na medida em que surgem carências temporárias, tais como afastamento para estudos, licenças médica, prêmio e maternidade. São aqueles casos em que o professor titular da carreira magistério continua no exercício, porém, está afastado em caráter temporário.

Os substitutos recebem de acordo com os períodos trabalhados. Atualmente, o banco de temporários da Educação conta com mais de 25 mil professores para todos os componentes curriculares. Mas isto não significa que todos são chamados. Em média, a Secretaria de Educação conta com 10 mil professores por ano, no âmbito do Programa Educação sem Carência, que garante aos estudantes terem professores todos os dias em sala de aula, independentemente de afastamentos. Para isto, cabe ao diretor da escola pedir a substituição, por meio do sistema Khronos, implementado no começo de 2020, para facilitar e agilizar as eventuais substituições.

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Educação do Distrito Federal economiza mais de R$6 milhões em compra de máscaras

A Secretaria de Educação do Distrito Federal finalizou o processo de dispensa de licitação para a compra de 2.101.320 máscaras para estudantes, professores e servidores que atuam nas escolas. O valor total do investimento será de R$ 4.207.282,02. O valor unitário das máscaras vai variar entre R$ 1,87 e R$ 2,08. O certame foi vencido por duas empresas.

Com a finalização do processo, a SEEDF vai economizar R$ 6.194.251,98, ou seja, 59,55% do total orçamentário disponibilizado para a compra das máscaras, que era de R$ 10.401.534,00. A previsão era de que cada máscara custasse até R$ 4,95. A dispensa de licitação em caráter emergencial foi por menor preço. Dessa forma, os valores apresentados pelas empresas vencedoras ficaram bem abaixo do previsto, levando à economia dos recursos públicos.

A dispensa de licitação foi dividida em seis lotes, por regionais de ensino, e com cota de 10% reservada para microempresas e empresas de pequeno porte. As propostas foram entregues à SEEDF até o dia 19 de maio. O próximo passo agora será a publicização do resultado no site da Secretaria de Educação e os trâmites para a contratação. Ainda não há como precisar data para o início da confecção das máscaras.

Mesmo ainda sem data definida para o retorno das aulas, a Secretaria de Educação já se prepara para receber estudantes e professores com segurança. Sabe-se que os cuidados preventivos em relação à covid-19 deverão permanecer por um longo período. A aquisição visa a prevenir a disseminação do novo coronavírus e assegurar a continuidade do funcionamento das unidades escolares com melhores condições de acesso e permanência dos estudantes, resguardando a saúde no ambiente escolar.

A Secretaria de Educação vai distribuir quatro máscaras para cada estudante, professor e demais profissionais que lidam direto com a escola. O quantitativo dos itens leva em consideração as recomendações da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa): a máscara deve ser utilizada por, no máximo, três horas. A pasta lida com mais de 500 mil pessoas entre estudantes, professores e demais servidores.

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