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Escolas de Foz do Iguaçu auxiliam estudantes que moram no Paraguai

O empenho de professores e diretores dos colégios de todo o estado tem sido essencial para que os estudantes mantenham o vínculo com a escola e a rotina de estudos durante a pandemia. Na fronteira entre Brasil e Paraguai, o esforço se torna ainda mais importante: desde a metade de março, a divisa entre os dois países está fechada, afetando a vida de muitos estudantes brasileiros e paraguaios que estão matriculados em escolas da Rede Estadual.

De maneira geral, os chamados “brasiguaios” (brasileiros que residem no território paraguaio) já lidam diretamente com questões como o fuso horário (Paraguai está uma hora atrasado em relação ao Brasil) e com o trânsito de travessia da fronteira diariamente.  Ainda há a diferença de qualidade entre o sistema público brasileiro e o paraguaio.

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Aulas extracurriculares no Paraná começam dia 19 em 54 escolas estaduais

A partir do dia 19, começam as aulas extracurriculares nas primeiras 54 escolas estaduais do Paraná. Segundo a Secretaria de Estado da Educação e do Esporte (Seed-PR), foram escolhidos 30 municípios de seis regiões, onde houve adesão da comunidade escolar à retomada gradual do ensino. Em todos colégios serão disponibilizados equipamentos de proteção como máscaras, álcool em gel e termômetros, seguindo o que determina o protocolo de prevenção do Paraná, um dos mais completos do Brasil.

“A retomada das aulas acontece onde houve manifestação favorável à retomada e onde foi adquirido todo o kit necessário para a prevenção e proteção contra o Covid-19”, disse o secretário da Educação, Renato Feder. As escolas receberão máscaras, álcool em gel, material de higienização do ambiente escolar, além de luvas, face shield, entre outros produtos que garantam a proteção dos alunos, professores, profissionais da Educação e das famílias da comunidade escolar.

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Escolas do Paraná têm modelo de “sala pós-pandemia” e retorno só com autorização da Saúde

A Secretaria de Estado da Educação do Paraná (Seed-PR) já tem o modelo de como ficarão as salas de aulas nas escolas. Entre as medidas estão o distanciamento de 1,5 metros, dispenser de álcool em gel, espaços de higienizações de mão, termômetros, equipes de limpeza, que serão usadas nas 2.143 escolas estaduais no Paraná.

A estimativa de retorno é em setembro. No entanto, a data pode ser mudada caso os infectologistas da Secretaria da Saúde considerem haja algum  risco, em função do cenário da pandemia do novo corononavírus. 

“Após amplo debate com todas as entidades que integram a Educação do Paraná, foi criado um modelo que garante a melhor segurança sanitária para nossos alunos, adotando os melhores modelos do Brasil e do mundo”, disse o diretor-geral da Seed, Gláucio Dias. Dias reforça que o retorno das aulas só acontecerá quando houver um ambiente seguro, estabelecido pela Secretaria de Saúde.

Medidas –  O protocolo prevê um distanciamento de 1,5m em todos os espaços, incluindo na sala de aula. Será feita também a aferição de temperatura de todos que entrarem a escola, tendo como limite 37º.

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Atividades remotas do Aula Paraná retornam nesta quarta-feira (29)

As atividades remotas do Aula Paraná, videoaulas e salas do Classroom serão retomadas nesta quarta-feira (29 de julho), quando termina o recesso escolar para os 1,07 milhão de alunos do ensino fundamental e médio da rede estadual. 

Nesse dia será retomada a programação inédita de videoaulas dos três canais digitais de TV aberta, do YouTube e do aplicativo Aula Paraná. Além das videoaulas, os alunos do Paraná também voltam a receber as atividades nas salas de aula virtuais, que devem ser respondidas diariamente pelos estudantes no Google Classroom.  

Cursos semestrais – Já o retorno das atividades remotas para os cursos semestrais oferecidos pela rede estadual de Educação será na segunda-feira, dia 3 de agosto. 

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Educação do Paraná vai implantar ferramenta on-line de correção de redação para alunos

A equipe de tecnologia da Secretaria de Estado da Educação e do Esporte (Seed) está desenvolvendo um novo sistema que vai otimizar a correção de redação dos alunos da rede estadual do Paraná. Baseado em inteligência artificial, a nova ferramenta vai otimizar a dinâmica e garantir aos estudantes uma produção textual muito mais rápida.

A previsão inicial é de que a ferramenta esteja disponível em setembro para o uso de todos os alunos e professores da rede estadual. O novo sistema será integrado ao Google Classroom, onde o aluno poderá acessar e inserir seus textos para correção automática. Essa correção automática vai dinamizar o processo, ajudando o estudante a ampliar sua produção, podendo evoluir mais em menos tempo.

Ferramenta de apoio ao professor – O secretário de educação, Renato Feder, explica que a ferramenta será benéfica para o professor, pois enquanto o sistema faz a correção de erros ortográficos e de concordância, o professor poderá concentrar-se em questões essenciais da redação. “O professor poderá focar em trabalhar com o aluno questões mais subjetivas ao texto como a argumentação, as práticas textuais, o gênero textual, a interpretação, o raciocínio e a didática do estudante”, explica o secretário.

O diretor de tecnologia e inovação da Seed, Gustavo Garbosa, conta que o sistema on-line usa da inteligência artificial para fazer a correção da ortografia e do formato dos textos, sendo que seu intuito principal é ajudar o aluno a evoluir na elaboração da redação. “O sistema está sendo produzido para fazer a correção automática das redações dos alunos, otimizando assim o tempo de trabalho do professor”, explica.

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Professores do Paraná recebem formação sobre inteligência emocional

Para lidar com o estresse diário, o professor de Educação Física Josemar Bandeira deu início a uma série de palestras via meetings, abordando  Inteligência Emocional e Perfil Comportamental. A formação é voltada aos servidores da educação do Paraná e, em quase cinco meses de curso, já alcançou mais de 3,5 mil pessoas.

Josemar, que tem uma longa carreira como treinador e gestor de equipe, conta que desde 2019 tem um projeto na Secretaria de Estado da Educação e do Esporte (Seed) que trabalha com a inteligência emocional e com o perfil comportamental das pessoas. Contudo, devido à pandemia do Covid-19, ele teve que adaptar seu curso. “Vi nos Meets uma oportunidade de dar continuidade ao meu projeto e logo percebi que a recepção do público era muito positiva”, conta.

Orientado pela Diretoria de Planejamento e Gestão da Seed, Josemar pôde expandir seu curso, que inicialmente era apenas destinado aos chefes e gestores de núcleos, para também alcançar diretores e professores.

“Quando trabalhamos e redescobrimos nossa inteligência emocional, todas as áreas das nossas vidas são beneficiadas. Por isso, achamos interessante incluir também os professores”, explica. Josemar afirma que professores podem se beneficiar na atuação de sala de aula, ao conhecerem mais a respeito de gestão de pessoas e inteligência emocional.

Os meets promovidos por Josemar trabalham em cinco principais pontos: Autoconhecimento, Autocontrole, Motivação, Empatia, Relações Interpessoais. Ao longo da palestra, o participante pode identificar pontos em sua própria personalidade e perfil que podem ser melhorados.

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Professores do Paraná realizam tutoria pedagógica via Meet com alunos das ilhas do litoral

Mesmo com o avanço do Covid-19, os alunos das regiões mais remotas nas ilhas no litoral no Paraná não ficaram sem acesso à educação. Com TV aberta, ferramentas on-line e materiais impressos, o Aula Paraná está chegando aos estudantes da Escola do Campo Ilha do Teixeira (sede) e da sua segunda unidade educacional, na ilha Eufrasina (subsede).

Com o sinal limitado nas áreas mais remotas das ilhas, os professores adotaram medidas diferentes para incluir os estudantes: tutorias pedagógicas por meio de meetings, feitas no mesmo dia da retirada dos kits de merenda. Ao todo, 38 alunos recebem o material impresso e se encontram virtualmente com seus professores pela ferramenta, usando os computadores da escola.

Meet dos professores no continente com os alunos nas ilhas – No dia da entrega da merenda e do material impresso, os professores que estão no continente e não podem ir até a escola das ilhas fazem uma chamada via Meet.  Usando os computadores das próprias escolas, os alunos podem conversar com seus professores, tirar suas dúvidas, ser orientados nos conteúdos e receber seu atendimento pedagógico. Tudo isso, respeitando as normas de segurança e evitando aglomerações.

A diretora da escola e da segunda unidade, Miriam Kovalski Raiffer, conta que existe uma limitação ao movimento de pessoas vindas de fora das ilhas. Por isso, muitos professores acabam por não poderem ir à escola no dia da entrega dos kits de merenda. “Para evitar maiores contágios em uma ilha tão pequena e com pouca estrutura, só alguns professores são permitidos de entrar na ilha”, explica Miriam.

“Por meio dos meetings, os professores conseguem oferecer um atendimento pedagógico aos alunos e tirar suas dúvidas”, afirma Miriam. Ela explica que, caso o aluno tenha alguma dúvida ao longo da semana, pode entrar em contato com o professor e pedir uma orientação.

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Educação do Paraná se reúne com Sindicato dos Professores para discutir protocolo de retorno das aulas

A Secretaria de Estado da Educação e do Esporte (Seed) se reuniu virtualmente nesta quinta-feira (16) com a APP-Sindicato para tratar do protocolo de retorno das aulas presenciais no Paraná. A reunião faz parte da programação de encontro setoriais do Comitê de Volta às Aulas iniciado na segunda-feira (13).

Walkiria Olegário e Vanda do Pilar, diretoras do sindicato, representaram a entidade no encontro com a Secretaria. Na reunião, as representantes debateram temas referentes aos protocolos sanitários, como distanciamento, higienização e modelos de retorno híbrido com o foco no papel que será desempenhado pelos profissionais da educação nesse protocolo. A entidade também tratou de como lidar com as questões pedagógicas no retorno.

Para Gláucio Dias, diretor-geral da Secretaria da Educação, as contribuições do sindicato no Comitê reforçam a importância de se incluírem todos os envolvidos na Educação antes de se definir o protocolo final. “As reuniões setoriais estão sendo extremamente produtivas, e o objetivo está sendo cumprido. Estamos ouvindo todos os lados e, com isso, tendo um panorama completo que vai desde os estudantes até pais, professores e representantes do poder público”, destacou.

“Cada reunião tem um foco específico e trata das questões mais importantes para cada grupo – o que, sem dúvidas, abre a nossa visão na hora de elaborar um protocolo final de retorno”, completou Dias.

Reuniões setoriais – Além do Sindicato dos professores, a Seed já se reuniu com o Conselho Estadual de Educação, Assembleia Legislativa, Ministério Público, União Paranaense dos Estudantes Secundaristas, União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação do Paraná, União Nacional dos Conselhos Municipais de Educação, Associação dos Municípios do Paraná e a Federação das Associações de Pais, Mestres e Funcionários das Escolas Públicas do Estado do Paraná. Até sexta-feira a Secretaria ainda vai se reunir com os demais membros da administração pública que compõem o Comitê.

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Campanha no Paraná arrecada mais de 100 celulares para alunos com dificuldade de acesso às ferramentas on-line

O Núcleo Regional de Educação de Cornélio Procópio deu início às entregas dos mais de 100 celulares arrecadados na campanha de doação de telefone móveis para os alunos da rede que estavam com dificuldade de acesso às plataformas on-line

De acordo com a chefe de núcleo, Ana Paula Machado, a ação tem o intuito de incluir os alunos e oferecer-lhes acesso a todas as ferramentas disponíveis no Aula Paraná. “Estamos com uma excelente adesão às aulas transmitidas, por parte dos alunos; alguns poucos, porém, precisam de aparelhos eletrônicos próprios para continuarem seus estudos, e essa campanha os ajudou muito nesse quesito”, conta.

Anderson Guilherme Batista Bento da Silva, aluno do 7º ano do Colégio Estadual Zulmira Marchesi da Silva, foi um dos estudantes que receberam a doação. Ele conta que, com a chegada dos celulares, seus estudos se tornaram muito mais práticos. “Agora, se tenho uma dúvida, posso mandar mensagem para a professora e ela vai me explicar. Posso também assistir à aula pelo aplicativo e ter a companhia virtual dos meus colegas de sala”, conta Anderson.

Sua mãe, a dona de casa Ana Batista da Silva, afirma que, de fato, as doações ajudarão seu filho a se incluir mais nas aulas e também no seu aprendizado. “Eu não sou muito conectada em celular ou tecnologias, e nem sempre posso ajudar meu filho, mas agora, com ele tendo um celular e o contato direto com sua turma e professor vai ajudá-lo muito”, comemora a mãe.

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Educação do Paraná e Sinepe discutem plano de retorno nas escolas particulares

A Secretaria de Estado da Educação (Seed) se reuniu no fim da tarde desta terça-feira (14) com o sindicato das escolas particulares (Sinepe) para tratar dos protocolos de retorno das aulas presenciais na rede particular de ensino. A reunião foi realizada on-line e deu continuidade aos encontros setoriais do Comitê de Volta às Aulas, iniciados na segunda-feira. A expectativa é que o plano seja fechado até o fim de julho. A data de retorno ainda não está definida e depende do aval da Secretaria da Saúde.

Participaram do encontro com a Secretaria da Educação a presidente do Sinepe, Esther Cristina Pereira, e a diretora de relações institucionais da entidade, Carmem Murara, que trouxeram a preocupação do setor para garantir um plano que possa ser cumprido por todas as escolas, levando em consideração as particularidades de cada instituição. As representantes apresentaram sugestões de protocolos internacionais e exemplos positivos usados em outras regiões do país.

Gláucio Dias, diretor-geral da Seed, destacou a importância dessas contribuições. “As conversas setoriais do Comitê têm sido muito produtivas. No caso das escolas particulares, tivemos muitas contribuições de como podemos fazer a verificação da temperatura, o distanciamento nas salas e também uma preocupação com as áreas da escola que normalmente reúnem muitas crianças”, destacou. 

“Em suma, a preocupação de todos é a mesma: proteger todos – crianças, familiares e profissionais da educação. Por isso, estamos compilando todas as contribuições e vamos formatar um plano único que atenda tanto a realidade da rede pública de ensino, quanto das escolas da rede particular”, completou o diretor.

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